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Diário de uma Mãe - 11º Mês do bebê

Flash back de alguns meses atrás vai...


Há alguns meses atrás tínhamos dado start na nossa vida à três (gatão que me perdoe rs), nossa biluzinha chegou e deu mais cor aos nossos dias.

Estamos beirando os 12 meses do bebê e eu não poderia deixar de vir aqui falar como foi viver esses 11 meses, não foram fáceis, mas a gente conseguiu.

Sabe aqueles pais que estão preparados para o que der e vier?  Então não somos nós rsrsrsrsrs a gente até tem boa vontade e enfrentamos as dificuldades com foco, força e fé e obtivemos exito, ou seja, tarefa cumprida com louvor, mas... rs a gente é de carne e osso e ser pais é osso, literalmente no sentido da gíria.
Me lembro bem quando Aria estava embrulhada para presente que eu e o pai dela não nos aguentávamos de ansiedade;

Como será que ela vai ser?

Que tamanho ela vai ter?

Será que vai parecer comigo? Ou com vc? (vc rs)

Eram perguntas que não acabavam mais, e no final todas foram reveladas graciosamente, conhecemos esse bebê aqui que arranca suspiros desde a sua primeira aparição e é de todos que a conhecem ou nem conhecem pessoalmente, Aria arrebatou não apenas os nossos, mas corações mil por esse mundão de redes sociais por aí a fora.


A primeira noite com a nossa Pit foi aterrorizante no hospital rsrsrsrsrs, parece meio exagerado, mas é que ela chorou bastante e recebemos as visitas no dia seguinte como zumbis, primeiro treinamento papai e mamãe ficaram de cabelo em pé, mas no dia seguinte tudo melhorou.


A primeira semana em casa foi uma adaptação supervisionada, então foi mais ou menos tranquila, mas quando a vovó foi embora, papai e mamãe rebolaram.


Apesar das risadas a gente também chorou muito por dentro rsrsrsrs, era uma dor só ver nossa pequena se contorcer de dor de cólicas, e bota dor nisso aí, não tinha remédio que fazia efeito, nem instruções caseiras que pudesse nos ajudar, mas conseguimos sobreviver.


Após as cólicas foi só alegria, fulaninha passou a dormir a noite inteira e nós deu uma tremenda folga, mas calma, nem tudo são flores assim de cara. Os dentinhos também começam a querer, apenas a querer vir e tudo é motivo para aquele chorinho dolorido, mas a gente chega lá.


Não bastava ter uma filha com a cara (clone) do pai, a gente tem que zoar ela o máximo que a gente pode, então... vai uma goiabinha aí?


Crescimento que vem gradativamente, cada bebê é um bebê, comparações não cabem ser feitas, mas a gente faz de qualquer jeito, mas fique tranquila mamãe, o bebê evolui, de um jeito ou de outro, cada um ao seu passo e cada pai do seu jeito.


Saber que tem uma companheirinha de compras para a vida toda é uma felicidade só, o cartão de crédito sofre um pouco, o bolso dos pais também, mas a gente é feliz com um look inédito por dia, pois a gente merece, afinal é uma filha só que essa família vai ter galera (traumatizei rs).


Dá aquele sorriso... Ahhhh que delicia, ver esse sorriso assim todo dia, a gente não guenta, é foto pra lá e pra cáh, essa família é coruja demais.


Por fim parabéns para nós, chegamos aos 11 meses sem nenhum tombo (efetivo do bebê rs), os primeiros passos parecem que vão demorar um pouco mais, mas a gente é paciente (um pouco só) e sabemos que pouco a pouco a gente alcança o objetivo.


Agradeço a Deus todos os dias por ter nós dado um bem tão precioso, uma florzinha do seu jardim pra gente cuidar e embalar, ensinar e aprender com ela dia após dia. 

É interessante saber que os dias de dificuldade parecem levar um tempo mais longo a passar, as partes fáceis parecem passar rápido e quando somamos tudo parece que o tem passou mais rápido do que deveria e a gente meio que quer parar o tempo, congelar, bem aí nessa foto só para viver um pouco mais esse momento.

Tantos momentos, mas todos únicos e que não podem ser rebobinados, nossa é incrível, é até meio insano, mas é inesquecível, arrebatador, chega doer de tão bom que é ter um filho.

Para alguns parece loucura, para outros necessidade, a benção de ter um filho, mas a verdade é que é um pouco dos dois, todo mundo nessa vida deveria viver a experiência de cuidar de um ser tão frágil e receber todo o amor que ele dá bem como o amor que passa a exalar de você.

Interessante que às vezes calcula-se tudo até chegar a engravidar e tal, eu mesma me programei e tudo mais, mas os planos deixam de existir quando conhecemos nosso bebê, agora tudo gira em torno da sua necessidade, ele é a prioridade.

Nossa filha é nossa prioridade em casa, a casa gira em torno dela rs, nós giramos em torno dessa lindinha e faremos o possível para mantê-la segura, cuidada e amada o máximo que pudermos, ainda não pensamos em perdas, das fases de adulto, afinal temos tempo, mas o tempo parece correr tanto, então deixa eu correr, tenho uma fraldinha ali para trocar e olhar nos olhos da minha pequena mais uma vez e enxergar o tanto de amor que ela tem a me dar e com certeza o que eu vou retornar.

BjooOOO 

Diário de uma Mãe - 10° Mês do bebê

Vida que segue...

Mês passado foi uma tortura, a gengiva inchada e pra rasgar, neném chorando e chatinho toda hora, mas após apontarem seus primeiros dentinhos tudo parece ter voltado ao normal. Ou não, afinal tem mais dentes para sair do que possamos imaginar.


Bem vindos ao meu diário e nesse pequeno post gostaria de demonstrar a quantidade de aprendizado e descoberta que fazemos quando a vida te presenteia com um lindo bebê.

1° Ser mãe - inicialmente a vontade de ser mãe é tão forte, mas tão forte que você acha que após tanta pesquisa virtual, conversas com amigas mães e aquelas anotações mentais de conselhos mil que você recebeu mais aquela intuição e impulso natural já te deixaram craque na parada. ERRADO, isso tudo é como uma gota no oceano que está por vir amiga, não vou dizer que não adianta se preparar, imagina, toda informação é válida, mas você só vai entender na hora mesmo, então o que eu tenho pra te dizer é que: ser mãe não é nada fácil, mas você aprende um pouquinho mais cada dia que passa e sua opinião mesmo em meio a tantas outras de mamães mais experientes ainda assim é extremamente importante, afinal, cada experiência vivida é uma experiência.


2°  Tempo seu - logo os momentos seus começam a ficar escaço, na verdade no inicio é tudo para o bebê e dai por diante você percebe que vai ser para sempre amiga rsrsrsrsrs, mas calma, com o tempo a gente faz malabarismos e até consegue visitar uma manicure, uma depiladora, cabeleireiro, hummmm as vezes, mas a gente chega lá. A adaptação é meio brutal, mas a verdade é que você se adapta a situação de um jeito ou de outro. Não vou ser hipócrita e falar para você que é fácil, não, imagina, é um tremendo desafio, mas com a ajuda de Deus e de mãos humanas a nossa volta pode ser que você consiga lavar o cabelo uma vez na semana, mas se houver uma semana sem lavar, não se martirize, você agora é uma mãe.


3° Roupa suja - digo no sentido literal, você e seu esposo deviam ser bem tranquilos nessa questão né, pois é, mas com a chegada do bebê o cesto de roupa suja desse ser tão pequenino parece nunca ficar vazio e isso é assustador. Nós aqui de casa, lavamos roupas diariamente, haja água e energia elétrica, olha que Aria já cresceu e hoje em dia a gente ainda mantém essa rotina insana das roupas, quando deixamos por mais de um dia o cesto fica enorme e o medo da indisponibilidade das peças a gente lava depressa e passa em seguida. Aria agradece hauhauhauhau.


4° Body Quimono - a melhor coisa que já inventaram na vida foram os body's estilo quimono para bebês, ele tem abertura total em suas laterais e você fica livre de fazer o bebê chorar ao vestir ou mesmo de passar raiva tentando enfiar cabeça e braços numa peça de roupa tão minuscula, que por sua vez foi comprada por você pois era tão maravilhosa, mas para vestir só Deus na causa. Então, chega de sofrer, body quimono acaba com a sua tortura e a do bebê.


5° Pagando a linguá - antes e até depois de me tornar mãe eu fiz uma porção de planos, disse que ia fazer e o que não faria, mas quando o bebê está no braço meu amor, a realidade é outra, muitas pagadas de linguá vem pela própria criança, tem coisa que a gente não controla, então é bom manter a mente aberta, não encanar com assuntos que não tem uma relevância expressiva, apenas viva o momento, tente manter a calma, cada família é uma família e cada criança é uma criança. Você não pode nem deve corrigir pessoas ao seu redor, bem como as pessoas não devem te corrigir, se você tem um plano familiar tente mantê-lo, mas seja maleável para aceitar as mudanças que podem surgir ao longo da vida.


6° Medo e insegurança - eu sou incrivelmente medrosa com exposição física do meu bebê, isso é extremamente ruim, mas eu estou tentando mudar isso, sinto como se o mundo conspirasse para algo de mal acontecer, paranoia eu sei, mas é coisa de mãe. Eu sei que ninguém pode viver numa bolha, estou tentando melhorar esse meu lado super protetor, deixar a insegurança de lado, pois o hoje o bebê está nos braços, mas cada dia que passa ele vai crescer, aprender e parece que se afasta de nós dia após dia rs. Aria por exemplo prefere a vovó quando a mesma está por perto, obvio que isso não me incomoda, mas saber que a criança vai fazer suas próprias escolhas e sair por esse mundão aí qualquer dia é apavorante. Fazendo terapia em 3..2.1.


7° Hipotermia - "diminuição excessiva da temperatura normal do corpo"; Quando você pensa que sabe tudo, aí que você não sabe de nada. Nossa baby Aria é exclusiva até em certos sintomas, vacinamos ela outro dia e algumas vezes ela teve reação, outras não e isso sempre foi meio esporádico, só que dessa vez ela nós deu um baita susto, a temperatura começou a cair rapidamente, percebemos que ela estava meio fria mesmo bem agasalhada, tentamos manter o ambiente quentinho e ela bem cobertinha, mas nada adiantava, corremos para o Pronto Socorro com uma bebê aparentemente normal, porém com temperatura de 33° acreditam? Pois é, segundo o diagnostico médico esse sintoma é incomum mas normal, ela raramente tem febre, então temos que ficar em alerta com a tal hipotermia. Vivendo e aprendendo.


8° Vovozona - aqui em casa quem manda é a vovó, minha mãe arrebatou o coração da Aria e hoje ela a preferida. Não importa a hora nem o lugar, o colo preferido será sempre da vovó, ela rejeita até a mim que sou mãe e se joga nos braços da vovozinha dela. Eu não sou ciumenta, mas o papai fica meio triste hauhauhau, ela sempre prefere a vovó, não tendo vovó no jogo a mamãe assume o lugar de destaque e por aí vai, sem mamãe o papai assume e a gente dança conforme a música. Essas crianças aprontam cada uma rsrsrsrsrs, gente quem poderia imaginar que um bebê ia ter tanta opinião, a menina chega a chorar de nervoso quando vê uma foto da vovó em casa.


9° Convênio Médico - eu mudei de convênio médico a pouco tempo, usava Porto Seguro enquanto era colaboradora de uma empresa e ao sair eu optei por mudar de plano, peguei um que já conhecia, pelo preço valia muito a pena, meu plano atual pertence a Unimed Guarulhos, não é um convênio TOP, mas atendeu minhas expectativas por um bom tempo enquanto usei anteriormente, conhecia apenas a estrutura adulta do plano, ao conhecer a parte pediátrica fui surpreendida com um péssimo atendimento e estrutura física do hospital horrível, é fato que SUS é terrível para toda a população, eu mesma morro em casa, mas não me movo para ir à um hospital público aqui em Guarulhos, só que fui infeliz na minha escolha pela Unimed, o hospital infantil é muito feio, as instalações lembram o SUS em seus piores aspectos, atendimento bem meia boca, equipe total despreparada ou desleixada, não se sabe, se arrependimento matasse... Infelizmente tenho que manter o contrato por 12 meses completos, mas enfim, agora aprendi que antes de fechar qualquer plano é melhor conhecer o hospital pediátrico pessoalmente.


10° Escolinha - dúvida cruel bate no peito, nossa pituca completa 1 aninho já já e a gente tá mega ansioso e tals, ano que vem é o ano da decisão, vamos colocar ela na escola sim ou não? Vários fatores influenciam essa tomada de decisão, a gente não quer deixar ela em casa pra ter um desenvolvimento bacana com interação real com outras crianças, temos amigos que tem experiência com essa fase e que acharam ótimo ter colocado o bebê na escola,, já outros mantiveram os filhos em casa até os 3 anos e também acham ótima essa decisão, enfim, bate aquele medinho, aquela insegurança, será que vai ou não vai? Enfim, estamos analisando todos os fatores, eu sei que falta muito (pouco rs), mas é que eu sou ansiosa mesmo rs, me diz aí o que você faria ou fez nessa fase.


Bom, para finalizar, nossa Aria está para completar seus 11 meses e a gente louco pra ver ela andar, mas a menina é preguiçosa gente, vocês nem imaginam, achamos que ela nem engatinhar vai, pulamos essa expectativa, bora logo para a caminhada, mas ela nem se levanta ainda em nada, contra muitas teorias de mãezinhas por aí nós vamos testar o andador, pelo menos para ver se ela da uma alavancada nessa questão, contando com a sorte é claro.

Fico por aqui e me desejem sorte vai, ainda tem um longo caminho pela frente.

BjooOOO

 

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