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Depois de Mil Milhões de Anos !!!

Fala galera;

Tem alguém aí ainda???????????

Pergunto porque estou tão OFF que só Deus mesmo deve estar me acompanhando na rede da vida rs.

Para vai, pelo menos meu instagram tá na ativa, gente não é fácil ser mamãe, esposa e tentar ser empreendedora, mais as funções anexas com a de ser mãe e esposa e tals (mano odeio cozinhar, lavar, passar, ahhhh falei).

Estou por aqui vivendo e aprendendo, pagando a linguá de mãe e muitas outras novidades, mas para atualizar um pouco da minha vidinha vão umas fotinhas do aniver da Aria de 2 anos.

Sim, Aria tem 2 anos, é quase uma moça, não fala uma palavra se quer, mas já vai para escolinha em 2020 porque eu não sou obrigada kkkkkkkkkkkk magina gente, ela vai para escola porque vai ser ótimo para ela, imagina viver trancafiada apenas com seus pais, então, melhor ter mais amiguinhos para brincar rs.


Aria completou 2 aninhos dia trinta e um de outubro e a festinha aconteceu dia dois de novembro (meu aniver) por ser no sábado.

Foi super bacana a festinha, mas mega cansativa, desisto de festa caseira, fiz pela segunda vez no salão de festas do meu prédio e apesar de contratar os serviços ainda assim é bem estressante, acho que vou para os buffet's infantis ano que vem.

Bom, vocês podem perceber que nosso bebê só enfofurece a cada dia que passa.


Essa gigante ao lado da nossa pequena, não parece, mas é uma bebê também de apenas 3 aninhos, nossa querida prima Alice (é como ela chama ela mesma para Aria), segundo ela as duas são irmãs rs.


Se pá, faço postagem detalhada da festa, vamos ver quem vai bizoiar o blog rs (audiência né galera), então se vocês ainda estiverem afim a gente faz.

BjooOOOOO

Diário de uma Mãe - 12º meses do bebê

Parabéns pra nós;

Digo "nós" porque os papais merecem um belo parabéns também.

Nossa baby Aria completou 12 meses, um aninho, foram tantas as emoções que nos trouxeram até aqui, vocês acompanham um pouco do que passamos e sabem que não é tarefa fácil cuidar de um bebê, mas a gente consegui, afinal ouvimos isso de todos à nossa volta desde o primeiro dia com o bebê nos braços e garanto, isso é a mais pura verdade.

Nossa filha nos deu vários sustos desde o nascimento, teve o lance do joelhinho inchado na maternidade, o descaso da maternidade para com a gente e por aí vai.


Não menos importante, uma das fases que me abalou muito foram as cólicas, malditas cólicas, nenhum bebê no mundo deveria ter isso, mas infelizmente alguns são premiados e a nossa foi, então passamos por esse terrível momento, mas atingimos a fase final e obtivemos nosso prêmio rs.

Agora estamos naquela agonia dos dentes, sim dentes, que por sua vez não são cólicas, mas tem a terrível igualdade em fazer o bebê sofrer, a nossa por exemplo não baba muito, mas podemos ver sua agonia em alguns momentos do dia, sofrimento mesmo, além das coceiras isso deve doer bastante, pois ela agoniza às vezes.

Por fim nossa princesa completou seus 12 meses sem caminhar ou engatinhar, confesso, nossa Aria é uma bebê bem molenga, preguiçosa que só, mas a gente acompanha a evolução junto à pediatra que por sua vez tem nos acalmado e deixado bem claro que cada bebê tem seu tempo, cada bebê evolui de uma forma e cada bebê é um bebê.


Pois bem, estamos aqui com a nossa bebê de um aninho completo, foi ontem dia 31 de Outubro que ela completou a maior idade dos bebês, agora já é uma mocinha, não podemos mais postar aqueles nudes da banheira nas redes sociais, juro que vou tentar não burlar as leis dos bebês adultos rs.

Estamos muito felizes por ter chegado até aqui com muitos e ao mesmo tempo poucos dramas, tantas pessoas passam fases com bebês que só por Deus, mas a nossa até que foi bem tranquila, por assim dizer.

Aria nunca foi uma bebê muito dada, ou enturmada, na verdade ela é bem tímida, de poucos amigos sabe, apegada com a família, à vó materna por assim dizer rs, que é a preferida da Aria no caso, nossa baby tem lá suas esquisitices rs, ahhh não vai, não diria assim, digamos que ela tem suas peculiaridades.


PAIS JULGARÃO... Até hoje nossa pequena é ruim com pedaços, alimentos, até hoje a gente bate a papinha, ela engasga demais com pedacinhos e a gente morre de medo de engasgos, a pediatra já nos deu aquele puxão de orelha, mas a gente faz o que pode.

Como ela não engatinhou, decidimos colocar ela no andador convencional, hoje em dia a moda dos bebês dita uma porção de regras, mas não quer dizer que vamos seguir todas, cada um bebê é um bebê e seus pais decidem, então pelo grau de desinteresse da nossa pequena em engatinhar colocamos ela no andador e deu super certo, ela corre para lá e para cá. 

Nossa pequena ainda não se levanta sozinha nas coisas, mas temos incentivado muito para que ela desenvolva mais as habilidades motora dela.

Ela já mostra interesse em bonecas, o que é engraçado, antes ela não curtia muito, agora ela já pega uma bonequinha ou outra que não seja a Luna (Show da Luna) que por sua vez é a personagem predileta dela.


É interessante ver a evolução de um filho, bem como a evolução dos pais, antes cheios de incertezas e medos, hoje, apos 12 meses de criação, já meio que seguros, não completamente, mas com mais firmeza. Não vou mentir, eu sou uma mãe bem medrosa, achei que nessa altura do campeonato estaria fazendo e acontecendo, mas a verdade é que sou medrosa, tenho que trabalhar esses meus medos e começar a viver a minha rotina, não a rotina do bebê, se é que me entendem.

Por mais experientes que achamos que somos, nada disso basta, todo dia aparece uma coisa nova, o que prevalece mesmo é aquele sussurro de alguém dizendo "vocês conseguem" e isso é fato, no fim tudo se ajeita, toma seu lugar, a gente vive, se adapta e ganha uma força sobre-humana, no sentido literal da palavra. 

Estou mais que feliz, estou extremamente grata por ter sido escolhida para exercer esse papel de mãe que é muito importante, ou devo dizer, essencial na vida de uma pessoinha pequena, agradeço a Deus por ter me dado essa oportunidade e nesse pacote ter me mandado uma bebê muito especial, que tem tudo a ver comigo e com o papai dela aqui na terra.


Agradeço a família e amigos que acompanharam nossos dramas e se dispõe à acompanhar o crescimento da nossa fofura cada dia que passa, são tantas coisas boas à serem compartilhadas que eu nem sei como agradecer quem nos acompanha de perto e de longe.

É muito amor envolvido rs.

Obrigada !!!!

Diário de uma Mãe - 11º Mês do bebê

Flash back de alguns meses atrás vai...


Há alguns meses atrás tínhamos dado start na nossa vida à três (gatão que me perdoe rs), nossa biluzinha chegou e deu mais cor aos nossos dias.

Estamos beirando os 12 meses do bebê e eu não poderia deixar de vir aqui falar como foi viver esses 11 meses, não foram fáceis, mas a gente conseguiu.

Sabe aqueles pais que estão preparados para o que der e vier?  Então não somos nós rsrsrsrsrs a gente até tem boa vontade e enfrentamos as dificuldades com foco, força e fé e obtivemos exito, ou seja, tarefa cumprida com louvor, mas... rs a gente é de carne e osso e ser pais é osso, literalmente no sentido da gíria.
Me lembro bem quando Aria estava embrulhada para presente que eu e o pai dela não nos aguentávamos de ansiedade;

Como será que ela vai ser?

Que tamanho ela vai ter?

Será que vai parecer comigo? Ou com vc? (vc rs)

Eram perguntas que não acabavam mais, e no final todas foram reveladas graciosamente, conhecemos esse bebê aqui que arranca suspiros desde a sua primeira aparição e é de todos que a conhecem ou nem conhecem pessoalmente, Aria arrebatou não apenas os nossos, mas corações mil por esse mundão de redes sociais por aí a fora.


A primeira noite com a nossa Pit foi aterrorizante no hospital rsrsrsrsrs, parece meio exagerado, mas é que ela chorou bastante e recebemos as visitas no dia seguinte como zumbis, primeiro treinamento papai e mamãe ficaram de cabelo em pé, mas no dia seguinte tudo melhorou.


A primeira semana em casa foi uma adaptação supervisionada, então foi mais ou menos tranquila, mas quando a vovó foi embora, papai e mamãe rebolaram.


Apesar das risadas a gente também chorou muito por dentro rsrsrsrs, era uma dor só ver nossa pequena se contorcer de dor de cólicas, e bota dor nisso aí, não tinha remédio que fazia efeito, nem instruções caseiras que pudesse nos ajudar, mas conseguimos sobreviver.


Após as cólicas foi só alegria, fulaninha passou a dormir a noite inteira e nós deu uma tremenda folga, mas calma, nem tudo são flores assim de cara. Os dentinhos também começam a querer, apenas a querer vir e tudo é motivo para aquele chorinho dolorido, mas a gente chega lá.


Não bastava ter uma filha com a cara (clone) do pai, a gente tem que zoar ela o máximo que a gente pode, então... vai uma goiabinha aí?


Crescimento que vem gradativamente, cada bebê é um bebê, comparações não cabem ser feitas, mas a gente faz de qualquer jeito, mas fique tranquila mamãe, o bebê evolui, de um jeito ou de outro, cada um ao seu passo e cada pai do seu jeito.


Saber que tem uma companheirinha de compras para a vida toda é uma felicidade só, o cartão de crédito sofre um pouco, o bolso dos pais também, mas a gente é feliz com um look inédito por dia, pois a gente merece, afinal é uma filha só que essa família vai ter galera (traumatizei rs).


Dá aquele sorriso... Ahhhh que delicia, ver esse sorriso assim todo dia, a gente não guenta, é foto pra lá e pra cáh, essa família é coruja demais.


Por fim parabéns para nós, chegamos aos 11 meses sem nenhum tombo (efetivo do bebê rs), os primeiros passos parecem que vão demorar um pouco mais, mas a gente é paciente (um pouco só) e sabemos que pouco a pouco a gente alcança o objetivo.


Agradeço a Deus todos os dias por ter nós dado um bem tão precioso, uma florzinha do seu jardim pra gente cuidar e embalar, ensinar e aprender com ela dia após dia. 

É interessante saber que os dias de dificuldade parecem levar um tempo mais longo a passar, as partes fáceis parecem passar rápido e quando somamos tudo parece que o tem passou mais rápido do que deveria e a gente meio que quer parar o tempo, congelar, bem aí nessa foto só para viver um pouco mais esse momento.

Tantos momentos, mas todos únicos e que não podem ser rebobinados, nossa é incrível, é até meio insano, mas é inesquecível, arrebatador, chega doer de tão bom que é ter um filho.

Para alguns parece loucura, para outros necessidade, a benção de ter um filho, mas a verdade é que é um pouco dos dois, todo mundo nessa vida deveria viver a experiência de cuidar de um ser tão frágil e receber todo o amor que ele dá bem como o amor que passa a exalar de você.

Interessante que às vezes calcula-se tudo até chegar a engravidar e tal, eu mesma me programei e tudo mais, mas os planos deixam de existir quando conhecemos nosso bebê, agora tudo gira em torno da sua necessidade, ele é a prioridade.

Nossa filha é nossa prioridade em casa, a casa gira em torno dela rs, nós giramos em torno dessa lindinha e faremos o possível para mantê-la segura, cuidada e amada o máximo que pudermos, ainda não pensamos em perdas, das fases de adulto, afinal temos tempo, mas o tempo parece correr tanto, então deixa eu correr, tenho uma fraldinha ali para trocar e olhar nos olhos da minha pequena mais uma vez e enxergar o tanto de amor que ela tem a me dar e com certeza o que eu vou retornar.

BjooOOO 

Diário de uma Mãe - 10° Mês do bebê

Vida que segue...

Mês passado foi uma tortura, a gengiva inchada e pra rasgar, neném chorando e chatinho toda hora, mas após apontarem seus primeiros dentinhos tudo parece ter voltado ao normal. Ou não, afinal tem mais dentes para sair do que possamos imaginar.


Bem vindos ao meu diário e nesse pequeno post gostaria de demonstrar a quantidade de aprendizado e descoberta que fazemos quando a vida te presenteia com um lindo bebê.

1° Ser mãe - inicialmente a vontade de ser mãe é tão forte, mas tão forte que você acha que após tanta pesquisa virtual, conversas com amigas mães e aquelas anotações mentais de conselhos mil que você recebeu mais aquela intuição e impulso natural já te deixaram craque na parada. ERRADO, isso tudo é como uma gota no oceano que está por vir amiga, não vou dizer que não adianta se preparar, imagina, toda informação é válida, mas você só vai entender na hora mesmo, então o que eu tenho pra te dizer é que: ser mãe não é nada fácil, mas você aprende um pouquinho mais cada dia que passa e sua opinião mesmo em meio a tantas outras de mamães mais experientes ainda assim é extremamente importante, afinal, cada experiência vivida é uma experiência.


2°  Tempo seu - logo os momentos seus começam a ficar escaço, na verdade no inicio é tudo para o bebê e dai por diante você percebe que vai ser para sempre amiga rsrsrsrsrs, mas calma, com o tempo a gente faz malabarismos e até consegue visitar uma manicure, uma depiladora, cabeleireiro, hummmm as vezes, mas a gente chega lá. A adaptação é meio brutal, mas a verdade é que você se adapta a situação de um jeito ou de outro. Não vou ser hipócrita e falar para você que é fácil, não, imagina, é um tremendo desafio, mas com a ajuda de Deus e de mãos humanas a nossa volta pode ser que você consiga lavar o cabelo uma vez na semana, mas se houver uma semana sem lavar, não se martirize, você agora é uma mãe.


3° Roupa suja - digo no sentido literal, você e seu esposo deviam ser bem tranquilos nessa questão né, pois é, mas com a chegada do bebê o cesto de roupa suja desse ser tão pequenino parece nunca ficar vazio e isso é assustador. Nós aqui de casa, lavamos roupas diariamente, haja água e energia elétrica, olha que Aria já cresceu e hoje em dia a gente ainda mantém essa rotina insana das roupas, quando deixamos por mais de um dia o cesto fica enorme e o medo da indisponibilidade das peças a gente lava depressa e passa em seguida. Aria agradece hauhauhauhau.


4° Body Quimono - a melhor coisa que já inventaram na vida foram os body's estilo quimono para bebês, ele tem abertura total em suas laterais e você fica livre de fazer o bebê chorar ao vestir ou mesmo de passar raiva tentando enfiar cabeça e braços numa peça de roupa tão minuscula, que por sua vez foi comprada por você pois era tão maravilhosa, mas para vestir só Deus na causa. Então, chega de sofrer, body quimono acaba com a sua tortura e a do bebê.


5° Pagando a linguá - antes e até depois de me tornar mãe eu fiz uma porção de planos, disse que ia fazer e o que não faria, mas quando o bebê está no braço meu amor, a realidade é outra, muitas pagadas de linguá vem pela própria criança, tem coisa que a gente não controla, então é bom manter a mente aberta, não encanar com assuntos que não tem uma relevância expressiva, apenas viva o momento, tente manter a calma, cada família é uma família e cada criança é uma criança. Você não pode nem deve corrigir pessoas ao seu redor, bem como as pessoas não devem te corrigir, se você tem um plano familiar tente mantê-lo, mas seja maleável para aceitar as mudanças que podem surgir ao longo da vida.


6° Medo e insegurança - eu sou incrivelmente medrosa com exposição física do meu bebê, isso é extremamente ruim, mas eu estou tentando mudar isso, sinto como se o mundo conspirasse para algo de mal acontecer, paranoia eu sei, mas é coisa de mãe. Eu sei que ninguém pode viver numa bolha, estou tentando melhorar esse meu lado super protetor, deixar a insegurança de lado, pois o hoje o bebê está nos braços, mas cada dia que passa ele vai crescer, aprender e parece que se afasta de nós dia após dia rs. Aria por exemplo prefere a vovó quando a mesma está por perto, obvio que isso não me incomoda, mas saber que a criança vai fazer suas próprias escolhas e sair por esse mundão aí qualquer dia é apavorante. Fazendo terapia em 3..2.1.


7° Hipotermia - "diminuição excessiva da temperatura normal do corpo"; Quando você pensa que sabe tudo, aí que você não sabe de nada. Nossa baby Aria é exclusiva até em certos sintomas, vacinamos ela outro dia e algumas vezes ela teve reação, outras não e isso sempre foi meio esporádico, só que dessa vez ela nós deu um baita susto, a temperatura começou a cair rapidamente, percebemos que ela estava meio fria mesmo bem agasalhada, tentamos manter o ambiente quentinho e ela bem cobertinha, mas nada adiantava, corremos para o Pronto Socorro com uma bebê aparentemente normal, porém com temperatura de 33° acreditam? Pois é, segundo o diagnostico médico esse sintoma é incomum mas normal, ela raramente tem febre, então temos que ficar em alerta com a tal hipotermia. Vivendo e aprendendo.


8° Vovozona - aqui em casa quem manda é a vovó, minha mãe arrebatou o coração da Aria e hoje ela a preferida. Não importa a hora nem o lugar, o colo preferido será sempre da vovó, ela rejeita até a mim que sou mãe e se joga nos braços da vovozinha dela. Eu não sou ciumenta, mas o papai fica meio triste hauhauhau, ela sempre prefere a vovó, não tendo vovó no jogo a mamãe assume o lugar de destaque e por aí vai, sem mamãe o papai assume e a gente dança conforme a música. Essas crianças aprontam cada uma rsrsrsrsrs, gente quem poderia imaginar que um bebê ia ter tanta opinião, a menina chega a chorar de nervoso quando vê uma foto da vovó em casa.


9° Convênio Médico - eu mudei de convênio médico a pouco tempo, usava Porto Seguro enquanto era colaboradora de uma empresa e ao sair eu optei por mudar de plano, peguei um que já conhecia, pelo preço valia muito a pena, meu plano atual pertence a Unimed Guarulhos, não é um convênio TOP, mas atendeu minhas expectativas por um bom tempo enquanto usei anteriormente, conhecia apenas a estrutura adulta do plano, ao conhecer a parte pediátrica fui surpreendida com um péssimo atendimento e estrutura física do hospital horrível, é fato que SUS é terrível para toda a população, eu mesma morro em casa, mas não me movo para ir à um hospital público aqui em Guarulhos, só que fui infeliz na minha escolha pela Unimed, o hospital infantil é muito feio, as instalações lembram o SUS em seus piores aspectos, atendimento bem meia boca, equipe total despreparada ou desleixada, não se sabe, se arrependimento matasse... Infelizmente tenho que manter o contrato por 12 meses completos, mas enfim, agora aprendi que antes de fechar qualquer plano é melhor conhecer o hospital pediátrico pessoalmente.


10° Escolinha - dúvida cruel bate no peito, nossa pituca completa 1 aninho já já e a gente tá mega ansioso e tals, ano que vem é o ano da decisão, vamos colocar ela na escola sim ou não? Vários fatores influenciam essa tomada de decisão, a gente não quer deixar ela em casa pra ter um desenvolvimento bacana com interação real com outras crianças, temos amigos que tem experiência com essa fase e que acharam ótimo ter colocado o bebê na escola,, já outros mantiveram os filhos em casa até os 3 anos e também acham ótima essa decisão, enfim, bate aquele medinho, aquela insegurança, será que vai ou não vai? Enfim, estamos analisando todos os fatores, eu sei que falta muito (pouco rs), mas é que eu sou ansiosa mesmo rs, me diz aí o que você faria ou fez nessa fase.


Bom, para finalizar, nossa Aria está para completar seus 11 meses e a gente louco pra ver ela andar, mas a menina é preguiçosa gente, vocês nem imaginam, achamos que ela nem engatinhar vai, pulamos essa expectativa, bora logo para a caminhada, mas ela nem se levanta ainda em nada, contra muitas teorias de mãezinhas por aí nós vamos testar o andador, pelo menos para ver se ela da uma alavancada nessa questão, contando com a sorte é claro.

Fico por aqui e me desejem sorte vai, ainda tem um longo caminho pela frente.

BjooOOO

Diário de uma Mãe - 9º Mês do bebê

Não sei se dou conta ou peço as contas!!!

Já começo com essa frase pra deixar bem clara, nada nessa vida é sabido se você realmente não viver aquilo.

Eu fui uma garota ingenua boa parte do tempo enquanto jovenzinha, logo que os boletos chegaram a vida tomou outro rimo, trabalhar para ter e querer ter para trabalhar, parece meio egoísta, mas é bem por aí.


Nem tudo nessa vida envolve felicidade plena, o pacote completo só quem deve ter mesmo são os afortunados $$ mas a realidade é que nunca saberemos (estou longe de me afortunar), porém o que vivi até aqui serviu para saber de uma certa coisa: ser mãe não é nada fácil.

Quem me conhece, conhece mesmo, pessoalmente, vida real, vem em casa, já me viu sem make (vocês já me viram desmontada hauhauhau ?) quem sabe que por baixo daquela base toda tem uma mãe sofredora e exausta, pois bem, nem tudo nessa vida são flores.


Uma palavra para definir essa melação e desabafo todo DENTINHOS, sim minha gente, os dentinhos parecem querer chegar e foi dada a largada de chororô de madrugada, febres sem precedentes, brigas insanas contra o sono, gritos e nervoso a perder de vista, resumindo, um bebê bem chatinho que chega a dar dó, pois sei que por baixo dessa camada de bebê chorão tem um bebê com muita dor.

Paciência? Quem é, não conheço, essa falta bastante aqui em casa, quando pensava que a privação de sono havia ido embora para nunca mais voltar (pensei ter ido com as cólicas) olha eu aqui de novo, surpresa, e quem disse que a gente tem força pra manter-se em pé, nenhuma.


O bebê não tem a menor culpa, isso já é sabido, mas meu senhor Jesus Cristo, isso é realmente necessário?

Desisto de perguntar para certas mães (perfects) que conheço, pois seus filhos por sinal passaram por essa fase de dentição com louvor, querida, aqui tem choro toda a noite e tá começando a se alongar pelo dia, tô ficando com medo.

O fazer para melhorar isso? Não vou nem listar aqui toda dica, todo tipo de medicação, pomadinha e tudo mais que se usa, meu bem, isso só serve mesmo pra dar um ponto para os pais dizerem: fiz algo pelo meu filho. 


No fim, a dor volta, o choro continua, a noite é sempre longa e as olheiras começam a fazer parte da rotina da mãe.

As coisas boas?

Nosso bebê bate palminha, tá dando os braços (coisa que não fazia rs), chama pela mamãe (mãmã) e já prefere a mamãe à qualquer outra pessoa (pai ta P da vida rs).

Cada dia que passa nossa filha avança, tudo a seu tempo, preguiçosa ela sempre vai ser rs, isso é fato, mas tem um momento certo para cada coisa, cada bebê é um bebê, isso ninguém pode negar.


Estamos perto do primeiro aninho e já comecei a me animar com o tema da festa, já passaram várias coisas na minha mente, mas ainda não me decidi, acho que vai ser algo meio genérico, não pretendo fazer nenhum personagem, não dessa vez, porque eu sei que as outras vão ser um sequência interminável de festas de personagens, vou me dar esse luxo só um pouquinho.

Ahhh, não sei se contei e mudamos de médica, tem sido bem bacana, não tivemos muito que correr atrás dela pra urgências em casa, mas dia desses entrei em contato via whatsapp e ela nos atendeu prontamente, pelo menos isso.

Tomamos a vacina da gripe, primeira dose, graças a Deus não tivemos reação, porém chegou a hora de tomar a segunda dose e Aria está resfriada, tratando em casa com inalação, sorinho no nariz e um xarope para tosse, mas não sei não, acho que a segunda dose vai ser com um pouco de resfriado e isso me deixa morrendo de medo, mas fazer o que, não podemos perder a data final.


Para finalizar quero pedir que me desculpem pelo desabafo, não sou de guardar gente, falo o que dá na telha e aqui é meu canal de desabafo, estou demorando um pouco de postar, mas acreditem, não está sendo fácil rs, a pessoa aqui não tá dando muita conta de tudo, ficar em casa por sua vez é mesmo como dizem, mais trabalhoso do que parece.

Se tiverem uma dica para a dentição, me manda aí, todo conselho é bem vindo.

BjooOOO

Diário de uma Mãe - 7º Mês do bebê

Já faz praticamente um mês que não escrevo aqui, mas a vida é assim né, tecnicamente eu deveria estar bem ativa aqui no blog, mas existem fatores externos que me impedem de cumprir com essa obrigação, mesmo estando tanto tempo fora decidi continuar com o diário, afinal é o que realmente está acontecendo na minha vida atualmente.

O sétimo mês do bebê foi um marco a ser lembrado, sim sim, você pode até achar que é besteira eu falar assim, mas estou entrando numa nova fase juntamente com meu bebê e as mudanças serão para melhor.

Em Junho seria o meu retorno ao trabalho, estava tensa, ao mesmo tempo tranquila, meu bebê ficaria sob os cuidados da minha mãe que sempre me apoia nesta fase mãe e eu estava totalmente segura sobre isso, mas mesmo assim o coração ficava apertado, foram quase sete meses em casa cuidando exclusivamente da minha goiabinha e agora passaria a maior parte do dia fora e a encontraria no fim da tarde para passarmos a noite juntas, detalhe, eu não estava certa de aguentar a carga trabalhadora vs mãe que estaria por vir, mas só saberia na prática. Bem, na volta efetiva ao trabalho recebi a noticia, fui dispensada assim que poisei na empresa, não foi bem uma surpresa ruim, foi surpresa, mas eu bem que queria mais tempo com a minha filha mesmo, há males que vem par o bem.

Essa não foi a única surpresa que tivemos no sétimo mês, estávamos extremamente preocupados com o desenvolvimento da Aria, ela é uma bebê tranquila, não chora ao extremo, fica calminha por um longo período e poucas vezes tem crises de choro relacionadas a qualquer desconforto, mas percebemos que ela também é bem preguiçosa. 



Essa preguiça nos deixou bem atentos a sua evolução, percebemos que pouco Aria se manifestava para segurar coisas, pegar coisas e se sentar ou se virar, já que nessa etapa vários bebês estão super espertinhos. Levei o assunto à pediatra, ela fez uns testes no consultório, segundo ela era preguiça mesmo, mas receitou  sessões de fisioterapia que poderia ajudar no desenvolvimento motor do bebê, de cara quis marcar, até liguei, mas conversando com algumas amigas fui desencorajada por elas, que me convenceram a parar de comparar, bebês são diferentes, cada um tem seu tempo, a Aria não estava tão atrasada assim, ela faria as coisas que deve fazer no tempo dela.



Dito e feito, acho que em duas semanas ou menos Aria mostrou uma evolução enorme, aprendei a bater as mãos em cima da cadeira de comer, na água da banheira pra variar (a vovó é a culpada desse feito rsrsrsrs), começou a sentar-se, pegar brinquedos e está cada dia mais falante em seu idioma bebêleis é claro, foi incrível. 




Elá ainda não nos dá os braços (temos uma casal de amigos com uma bebê de quatro meses que estende os braços para a pegarem no colo) mas ela vai chegar lá, tudo a seu tempo.



Bem, além das evoluções para o bem, também tem as coisas não muito boas, a introdução alimentar está caminhando, a papinha ainda é batida no liquidificador, podem me julgar, mas eu sou a mãe dela e meu coração me diz que devo bater, eu tentei pedaços, mas ela engasga tanto que chega dar dó, então parei de insistir, na hora certa ela vai conseguir. Estamos numa fase conturbada das fezes também, devido a mudança de cardápio temos que ficar de olho nas papinhas, temos tido uma frequência de fezes bem durinhas, é tão chato pois sabemos que deve incomodar o bebê, se nos incomoda imagina à uma pequena criança.



Fora isso estamos indo muito bem, nossa filha cada dia mais bela, eu fui promovida a Mãe em tempo integral, mas não pensem que minha carreira para aqui, nada disso, tenho novidades à caminho e a minha falta aqui também tem a ver com isso, só aguardem, logo venho com tudo.

BjooOOOO 

Diário de uma Mãe - 6º Mês do bebê

Ausência virou rotina aqui, eu sei, não me perdoo muito por isso, nem vocês deveriam, mas a verdade é que não tem jeito, a gente perde o jeito. Vocês possivelmente não entenderam a explicação, mas é bem isso mesmo, algo para não entender, apenas para aceitar.

A ficha já caiu, isso é fato, mas e a aceitação, a coordenação, a integração, a adaptação, a duração, a intenção, a doação, a ingestão, a pulsação, como estão?

Nada se sabe, apenas o ser mãe em particular te mostra no seu oculto o que realmente é, você imagina, almeja, deseja e planeja, mas nada está sob seu controle, você apenas se ilude com planos e tabelas, projetos e coisas, mas absolutamente nada sai como imaginava ou ao menos planejou.

Ser mãe é intenso, forte, agressivo, possessivo e instintivo, no final sem na verdade haver fim tudo se encaixa, mas nada de fato é como se imaginava.


AVISO - Tô escrevendo isso depois de duas taças de vinho então se houver momentos em que o texto parecer sem sentido algum ignore.

Completamos então por fim os seis meses, sem tirar nem por, e como foram ao longo dos dias, ahhh sei lá, descubro que vivemos fases, fases após fases, descubro que sou tão fraca e tão forte ao mesmo tempo, descubro que sou imensamente incapaz e incrivelmente capaz, desnecessária e essencial ao mesmo tempo e que tenho uma necessidade imensa de me distrair, mas nunca deixo minha preocupação com um ser minusculo que chamo de filha de lado.

É extremamente estranho, desejar descansar e oxigenar a mente do bebê, mas no momento que tenho para isso só penso no bebê e não vejo a hora de voltar a rotina insana de mais um dia naquela linha de produção que é a troca de fraldas / outras atividades pro bebê.

Interessantíssimo como eu giro em torno do bebê, ele é como o Sol, estamos sempre ao seu dispor, é como um trabalho mau pago rs (mães vão me julgar) mas que você não consegue largar, pois sempre tem um sorriso gracioso em jogo, é injusto, é hipnotizante, é deslumbrante.


Quando penso que cheguei até aqui me orgulho, pois sei bem que não é nada fácil e eu conto com tanta ajuda, privilégios, são tantos que estão ao meu redor me dando apoio, ainda assim nada é suficiente, apenas eu na minha total insuficiência sou suficientemente capaz de controlar toda e qualquer situação.

Quão grandiosa é a palavra MÃE? Não tão grande quanto o ser MÃE eu garanto.

Dedicar-se na integra, doar-se de corpo e alma, abrir mão, suprir a questão, tapar toda e qualquer lacuna, dar e receber um amor tão puro, deixar de ser uma mulher e ser uma MÃE, que ato grandessíssimo.

Perde-se tanto, mas ganha-se um infinito, é uma escolha, mas uma escolha tão perfeita e tão dura na sua perfeição.

Eu sou imensamente grata a Deus por essa dadiva, respeito todas as opiniões e entendo perfeitamente as contradições, uma escolha assim é para a vida toda, ninguém deve faze-la se não tiver absoluta certeza, certeza aqui que não fara diferença nenhuma, afinal certezas é  o que realmente não temos, mas lá no fundo sabemos, vai dar tudo certo.


Cada dia que passa evoluímos um pouco, descubro que sou tão boa mãe e péssima ao mesmo tempo, sou ótima e horrível, sou perfeita e imperfeita, sou capaz e incapaz, mas eu sou uma mãe e o choro com certeza eu sei fazer calar.

Sei acalentar, sei fazer sorrir, sei fazer dormir, sei fazer acordar, sei brincar, sei dar de mamar, sei fazer gritar, sei fazer parar, sei fazer andar, sei fazer papar, sei como distrair só não sei mesmo é parar de me sentir assim, absolutamente feliz, porém constantemente sem dormir, preocupada 24 horas, meu bebê é absolutamente tudo pra mim, eu sinceramente não sei como é não se sentir assim.

Parece impossível estar ligado a alguém dessa forma, não sei se isso muda, estou apenas no sexto mês, mas nossa só de pensar lá na frente já dá aquela dor no coração, a gente é tão essencial no começo, no meio chega a ser indesejada, não sei só me parece assim rs, no final a gente volta a ser necessária e no fim somos absolutamente indispensáveis, sei lá, estou falando de um ciclo, uma vida inteira, o laço entre mães e filhos, tanto podem ser iguais quanto diferentes, mas no fim sempre se sabe, há uma mãe ou houve uma mãe, se é uma mãe.


Nesse mês das mães desejo às Mamães um feliz dia, e digo a todos que tenho muito respeito pelo seu ato, peço desculpas pelos erros dos filhos como filha que sou e me orgulho imensamente de passar para o lado de vocês sem nunca deixar de estar do outro lado, vida dupla essa a minha, de filha a mãe, nunca deixando de ser filha e agora sempre sendo Mãe.

Feliz dia das Mães para todas as Mães desse mundo, somos muito guerreiras em todas as nossas particularidades, guerreiras e vencedoras.
 

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