Ausência virou rotina aqui, eu sei, não me perdoo muito por isso, nem vocês deveriam, mas a verdade é que não tem jeito, a gente perde o jeito. Vocês possivelmente não entenderam a explicação, mas é bem isso mesmo, algo para não entender, apenas para aceitar.
A ficha já caiu, isso é fato, mas e a aceitação, a coordenação, a integração, a adaptação, a duração, a intenção, a doação, a ingestão, a pulsação, como estão?
Nada se sabe, apenas o ser mãe em particular te mostra no seu oculto o que realmente é, você imagina, almeja, deseja e planeja, mas nada está sob seu controle, você apenas se ilude com planos e tabelas, projetos e coisas, mas absolutamente nada sai como imaginava ou ao menos planejou.
Ser mãe é intenso, forte, agressivo, possessivo e instintivo, no final sem na verdade haver fim tudo se encaixa, mas nada de fato é como se imaginava.
AVISO - Tô escrevendo isso depois de duas taças de vinho então se houver momentos em que o texto parecer sem sentido algum ignore.
Completamos então por fim os seis meses, sem tirar nem por, e como foram ao longo dos dias, ahhh sei lá, descubro que vivemos fases, fases após fases, descubro que sou tão fraca e tão forte ao mesmo tempo, descubro que sou imensamente incapaz e incrivelmente capaz, desnecessária e essencial ao mesmo tempo e que tenho uma necessidade imensa de me distrair, mas nunca deixo minha preocupação com um ser minusculo que chamo de filha de lado.
É extremamente estranho, desejar descansar e oxigenar a mente do bebê, mas no momento que tenho para isso só penso no bebê e não vejo a hora de voltar a rotina insana de mais um dia naquela linha de produção que é a troca de fraldas / outras atividades pro bebê.
Interessantíssimo como eu giro em torno do bebê, ele é como o Sol, estamos sempre ao seu dispor, é como um trabalho mau pago rs (mães vão me julgar) mas que você não consegue largar, pois sempre tem um sorriso gracioso em jogo, é injusto, é hipnotizante, é deslumbrante.
Quando penso que cheguei até aqui me orgulho, pois sei bem que não é nada fácil e eu conto com tanta ajuda, privilégios, são tantos que estão ao meu redor me dando apoio, ainda assim nada é suficiente, apenas eu na minha total insuficiência sou suficientemente capaz de controlar toda e qualquer situação.
Quão grandiosa é a palavra MÃE? Não tão grande quanto o ser MÃE eu garanto.
Dedicar-se na integra, doar-se de corpo e alma, abrir mão, suprir a questão, tapar toda e qualquer lacuna, dar e receber um amor tão puro, deixar de ser uma mulher e ser uma MÃE, que ato grandessíssimo.
Perde-se tanto, mas ganha-se um infinito, é uma escolha, mas uma escolha tão perfeita e tão dura na sua perfeição.
Eu sou imensamente grata a Deus por essa dadiva, respeito todas as opiniões e entendo perfeitamente as contradições, uma escolha assim é para a vida toda, ninguém deve faze-la se não tiver absoluta certeza, certeza aqui que não fara diferença nenhuma, afinal certezas é o que realmente não temos, mas lá no fundo sabemos, vai dar tudo certo.
Cada dia que passa evoluímos um pouco, descubro que sou tão boa mãe e péssima ao mesmo tempo, sou ótima e horrível, sou perfeita e imperfeita, sou capaz e incapaz, mas eu sou uma mãe e o choro com certeza eu sei fazer calar.
Sei acalentar, sei fazer sorrir, sei fazer dormir, sei fazer acordar, sei brincar, sei dar de mamar, sei fazer gritar, sei fazer parar, sei fazer andar, sei fazer papar, sei como distrair só não sei mesmo é parar de me sentir assim, absolutamente feliz, porém constantemente sem dormir, preocupada 24 horas, meu bebê é absolutamente tudo pra mim, eu sinceramente não sei como é não se sentir assim.
Parece impossível estar ligado a alguém dessa forma, não sei se isso muda, estou apenas no sexto mês, mas nossa só de pensar lá na frente já dá aquela dor no coração, a gente é tão essencial no começo, no meio chega a ser indesejada, não sei só me parece assim rs, no final a gente volta a ser necessária e no fim somos absolutamente indispensáveis, sei lá, estou falando de um ciclo, uma vida inteira, o laço entre mães e filhos, tanto podem ser iguais quanto diferentes, mas no fim sempre se sabe, há uma mãe ou houve uma mãe, se é uma mãe.
Nesse mês das mães desejo às Mamães um feliz dia, e digo a todos que tenho muito respeito pelo seu ato, peço desculpas pelos erros dos filhos como filha que sou e me orgulho imensamente de passar para o lado de vocês sem nunca deixar de estar do outro lado, vida dupla essa a minha, de filha a mãe, nunca deixando de ser filha e agora sempre sendo Mãe.
Feliz dia das Mães para todas as Mães desse mundo, somos muito guerreiras em todas as nossas particularidades, guerreiras e vencedoras.
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Diário de uma Mãe - Viajando com o bebê
Postado por
Kaliane Sampaio
às
21:14
Bom, como hoje estou com um tempinho resolvi postar sobre a primeira viagem que fizemos com nossa bebê, mas antes de aplaudir ou me dar os parabéns eu quero deixar bem claro que o casal aqui de casa não viajou única e exclusivamente com o bebê, nós levamos a voz da experiência conosco (minha mãe).
Essa viagem foi planejada com muita antecedência, ainda no inicio da gravidez eu falava de ir ao Espirito Santo visitar meus tios e avô, já não os via a um tempão e aproveitaria a chance para apresentar a Aria para o bisavô e aos meus tios e primas, planos detalhados e minuciosos, datas foram ajustadas e malas arranjadas, então lá fomos nós, uma viagem que duraria uma semana apenas, mas garanto que foi uma maratona.
Escolhemos um voo diurno, no período da manhã, assim podíamos acordar e manter a rotina do bebê intacta, banho, alimentação, soneca OK. O voo foi de apenas 1:10 hs então imaginávamos que não teríamos problemas com irritação ou coisa assim, dito e feito, na ida Aria foi um anjo, deu um cochilo longo quando acordou estávamos quase pousando, foi super tranquilo.
Ao chegarmos em nosso destino Vila Velha - ES percebemos o quanto calor faz nesse estado, meu Deus, quase morremos até chegar no apartamento, foi um impacto e tanto, não esperava que fosse tão quente, mas graças a Deus estávamos preparados.
As malas dos adultos ok, cada um faz do seu jeito, eu nunca fui boa com malas, não ia ser dessa vez que ia acertar, obviamente levei coisas demais, mas até que fui contida, o problema mesmo foi a mala do bebê, eu jamais havia feito uma mala para longa distancia, as malinhas do dia a dia já tem coisas demais, imagina uma mala para uma semana. Pois bem, levei quase que todas as roupas leves, sabia que estaria frio, mas com bebês não é bom vacilar, então foi tipo TUDO, ou quase TUDO do guarda roupas.
Basicamente ela usou apenas body's de manga curta, vestidos, shorts e camisetas, sandálias e tênis, nenhuma calça ou blusinha de manga comprida, ou seja, metade do que levei não serviu para nada, mas me deem um desconto, foi nossa primeira viagem juntas.
Tivemos um contratempo, no dia anterior a viagem eu estava com um leve resfriado que automaticamente foi transmitido para Aria que por sua vez piorou ao chegar ao nosso destino e deu maior trabalham, era inalação dia e noite, nada de ventos fortes nem ar condicionado excessivo, idas a praia em revezamento e muito suco de laranja na mocinha, mas ela foi muito boazinha, não chorava e manteve o sono noturno como qualquer dia, dormia a noite toda e nunca se estressava, achei digno de um bebê.
Os poucos dias que passamos foram cheio de atividades, um dia ficávamos em família e no outro íamos conhecer lugares, conseguimos ir pouco a praia, mas foi bom.
Percebi que a Aria se cansava fácil, afinal quem aguenta colo e bebê conforto o dia todo, mas ela se comportava, chegava a noite capotava, mesmo com narizinho congestionado e uma tossezinha chata.
Como eu disse minha mãe foi conosco para nos ajudar a lidar com as novas situações, foi bom, pois se fosse só meus braços na jogada eu não aguentaria, sem contar que eu apavorada por conta do resfriado da Aria minha mãe super me acalmava dizendo que é normal, fazíamos o que podíamos, afinal bebê de 4 meses não pode tomar nenhum medicamento para resfriado ou gripe, soro no narizinho e inalação a perder de vista.
Embora tenhamos tido toda ajuda possível, ainda assim senti na real o que é viajar com um bebê de colo, maratona com certeza, a gente se cansa, mas a criança cansa ainda mais e esse cansaço trás consigo o estresse de ambas as partes, como disse Aria foi um amor de criança, mas no ultimo dia parecia que ela já não aguentava mais, ela enjoou a manhã inteira até a hora do voo que foi as 13:20 hs, não dormiu no avião de volta não chegou a chorar, mas ela reclamou a viagem inteira, passávamos ela de colo em colo, pra ver quem conseguia acalmar a menina, felizmente a voz da experiência nos ajudou mais uma vez (mãe).
Quando pousamos foi um alivio e ela pegou no sono a danadinha, ao chegar em casa ela praticamente desmaiou após o banho e foi a noite toda assim.
Agora vamos às dicas de coisinhas que levei e usei:
Banheira inflável - comprei especificamente para essa viagem e caiu como uma luva, não sou boa com banho no chuveiro, pra falar a verdade nunca tentei dar banho no bebê no chuveiro, muita gente faz isso naturalmente, toma banho junto com o bebê, mas eu não consigo, então comprei essa banheira aí que custou uns R$ 70,00 e foi ótimo, Aria adorou também.
Pasta D'água - quando a Aria nasceu ela teve aquelas brotoejas de calor pelo corpo, descobrimos que por nossa goiabinha ser uma bebê muito da quentinha (quente demais) ela tinha que estar com roupinhas fresquinhas sempre, isso garantiu que as brotoejas do corpo sumissem, mas as do rosto, ela suava bastante e aumentava a cada dia, chegava dar dó, mas descobrimos a milagrosa pasta d'água simples, uma solução vendida em farmácias, muito recomendada por pediatras e mães para tratar brotoejas de calor, deu certo pra nós, as brotoejas do rosto foram embora, então descobrimos que podíamos usar também como proteção para assadura nas dobrinhas, para ser mais exata eu uso a pasta no pescoço da Aria, as vezes em baixo do braço quando fica mais vermelhinho, isso impede assaduras e a duração é fantástica, passo de manhã e protege o dia todo. OBS: minha sobrinha teve uma reação alérgica ao aplicarmos a pasta no pescocinho dela, apesar de ser uma formulação usada em bebês sugiro que converse com seu pediatra antes de comprar ou aplicar, felizmente nossa bebê se dá super com esse produto. O custo dele é uma piada, acho que pagamos R$ 8,00 na farmácia, não deve passar de uns R$ 10,00 e dura super.
Penka Cover - capa multifuncional, muitas vezes a tarde eu tentava dar uma volta com a Aria aqui no condomínio, mas quando chegávamos no térreo eramos surpreendidas por uma ventania chata, não chegava a fazer frio, mas sabe aquele vento que não é muito bom para o bebê? Pois bem, era isso, quantas vezes desistimos do passeio por conta disso. Certa vez uma mamãe aqui do prédio me indicou esse produto e eu amei, trata-se de uma capa feita de tecido em elastano que cobre o bebê conforto e tem uma abertura que você pode ficar de olho no bebê. Assim minha baby ficou protegida de ventanias em excesso num passeio e até daquele ar condicionado insano dos shoppings de Vila Vilha - ES (o que era aquilo meu Deus). Comprei no site da marca Penka paguei R$ 89,00 mais frete, foi um investimento e tanto, carrego pra onde vou e todo mundo que vê fica encantado, vale super a pena.
Puket - Apesar de o bebê não ter entrado na água, eu fui prepara para a praia, comprei maiô e um conjunto de calcinha e chapéu de praia, mais um pijama lindo e meias sapatilhas da marca Puket que é uma delicadeza quando se trata de artigos infantis, nem usei o maiô ainda, mas valew a compra, pois é uma gracinha.
Locação - não ficamos em hotel, conversamos e decidimos ficar em um apartamento com mobiliá e utensílios, seria mais confortável para os três adultos e super funcional para cuidar do bebê, cozinha completa, maquina de lavar roupas e tudo que precisávamos, foi a melhor escolha. A localização era excelente, tínhamos restaurantes ao redor do prédio, mercados e shoppings no entorno, foi delicioso, acho importante pesquisarem bem a localização do hotel ou AP em qualquer viagem, agora com criança então, lá farmácias não faltavam, cada esquina tinha uma rs.
Para finalizar digo-lhes: se vais viajar com seu baby pela primeira vez prepare-se para tudo, converse com a médica, tenha uma médica que responda whatsapp se necessário (a minha é péssima), leve tudo de que o bebê precisa e certifique-se de estar bem localizado com mercados e farmácias por perto, caso deixe para comprar algo lá no destino. Não subestime a criança, respeite os limites do bebê e o seu, assim como você se cansa ele também, todos merecem descanso. Não exagere nos horários dos passeios, não adianta, bebês dormem cedo e a gente tem que respeitar isso, mesmo que uma noite ou outra o jantar foi mais tarde, se o bebê ficou chatinho, não se estresse, afinal ele é só um bebê.
Não vou dizer que foi fácil, graças a Deus tivemos ajuda, foi uma experiência fantástica e enriquecedora, agora a próxima serão apenas entre os papais e a filhinha, ainda vai demorar, mesmo assim os desejem sorte desde já.
Deixa aí teu comentário com dúvidas ou relatos de uma viagem co bebê, uma dica boa também vale.
BjoooOOO
Essa viagem foi planejada com muita antecedência, ainda no inicio da gravidez eu falava de ir ao Espirito Santo visitar meus tios e avô, já não os via a um tempão e aproveitaria a chance para apresentar a Aria para o bisavô e aos meus tios e primas, planos detalhados e minuciosos, datas foram ajustadas e malas arranjadas, então lá fomos nós, uma viagem que duraria uma semana apenas, mas garanto que foi uma maratona.
Escolhemos um voo diurno, no período da manhã, assim podíamos acordar e manter a rotina do bebê intacta, banho, alimentação, soneca OK. O voo foi de apenas 1:10 hs então imaginávamos que não teríamos problemas com irritação ou coisa assim, dito e feito, na ida Aria foi um anjo, deu um cochilo longo quando acordou estávamos quase pousando, foi super tranquilo.
Ao chegarmos em nosso destino Vila Velha - ES percebemos o quanto calor faz nesse estado, meu Deus, quase morremos até chegar no apartamento, foi um impacto e tanto, não esperava que fosse tão quente, mas graças a Deus estávamos preparados.
As malas dos adultos ok, cada um faz do seu jeito, eu nunca fui boa com malas, não ia ser dessa vez que ia acertar, obviamente levei coisas demais, mas até que fui contida, o problema mesmo foi a mala do bebê, eu jamais havia feito uma mala para longa distancia, as malinhas do dia a dia já tem coisas demais, imagina uma mala para uma semana. Pois bem, levei quase que todas as roupas leves, sabia que estaria frio, mas com bebês não é bom vacilar, então foi tipo TUDO, ou quase TUDO do guarda roupas.
Basicamente ela usou apenas body's de manga curta, vestidos, shorts e camisetas, sandálias e tênis, nenhuma calça ou blusinha de manga comprida, ou seja, metade do que levei não serviu para nada, mas me deem um desconto, foi nossa primeira viagem juntas.
Tivemos um contratempo, no dia anterior a viagem eu estava com um leve resfriado que automaticamente foi transmitido para Aria que por sua vez piorou ao chegar ao nosso destino e deu maior trabalham, era inalação dia e noite, nada de ventos fortes nem ar condicionado excessivo, idas a praia em revezamento e muito suco de laranja na mocinha, mas ela foi muito boazinha, não chorava e manteve o sono noturno como qualquer dia, dormia a noite toda e nunca se estressava, achei digno de um bebê.
Os poucos dias que passamos foram cheio de atividades, um dia ficávamos em família e no outro íamos conhecer lugares, conseguimos ir pouco a praia, mas foi bom.
Percebi que a Aria se cansava fácil, afinal quem aguenta colo e bebê conforto o dia todo, mas ela se comportava, chegava a noite capotava, mesmo com narizinho congestionado e uma tossezinha chata.
Como eu disse minha mãe foi conosco para nos ajudar a lidar com as novas situações, foi bom, pois se fosse só meus braços na jogada eu não aguentaria, sem contar que eu apavorada por conta do resfriado da Aria minha mãe super me acalmava dizendo que é normal, fazíamos o que podíamos, afinal bebê de 4 meses não pode tomar nenhum medicamento para resfriado ou gripe, soro no narizinho e inalação a perder de vista.
Embora tenhamos tido toda ajuda possível, ainda assim senti na real o que é viajar com um bebê de colo, maratona com certeza, a gente se cansa, mas a criança cansa ainda mais e esse cansaço trás consigo o estresse de ambas as partes, como disse Aria foi um amor de criança, mas no ultimo dia parecia que ela já não aguentava mais, ela enjoou a manhã inteira até a hora do voo que foi as 13:20 hs, não dormiu no avião de volta não chegou a chorar, mas ela reclamou a viagem inteira, passávamos ela de colo em colo, pra ver quem conseguia acalmar a menina, felizmente a voz da experiência nos ajudou mais uma vez (mãe).
Quando pousamos foi um alivio e ela pegou no sono a danadinha, ao chegar em casa ela praticamente desmaiou após o banho e foi a noite toda assim.
Agora vamos às dicas de coisinhas que levei e usei:
Banheira inflável - comprei especificamente para essa viagem e caiu como uma luva, não sou boa com banho no chuveiro, pra falar a verdade nunca tentei dar banho no bebê no chuveiro, muita gente faz isso naturalmente, toma banho junto com o bebê, mas eu não consigo, então comprei essa banheira aí que custou uns R$ 70,00 e foi ótimo, Aria adorou também.
Pasta D'água - quando a Aria nasceu ela teve aquelas brotoejas de calor pelo corpo, descobrimos que por nossa goiabinha ser uma bebê muito da quentinha (quente demais) ela tinha que estar com roupinhas fresquinhas sempre, isso garantiu que as brotoejas do corpo sumissem, mas as do rosto, ela suava bastante e aumentava a cada dia, chegava dar dó, mas descobrimos a milagrosa pasta d'água simples, uma solução vendida em farmácias, muito recomendada por pediatras e mães para tratar brotoejas de calor, deu certo pra nós, as brotoejas do rosto foram embora, então descobrimos que podíamos usar também como proteção para assadura nas dobrinhas, para ser mais exata eu uso a pasta no pescoço da Aria, as vezes em baixo do braço quando fica mais vermelhinho, isso impede assaduras e a duração é fantástica, passo de manhã e protege o dia todo. OBS: minha sobrinha teve uma reação alérgica ao aplicarmos a pasta no pescocinho dela, apesar de ser uma formulação usada em bebês sugiro que converse com seu pediatra antes de comprar ou aplicar, felizmente nossa bebê se dá super com esse produto. O custo dele é uma piada, acho que pagamos R$ 8,00 na farmácia, não deve passar de uns R$ 10,00 e dura super.
Penka Cover - capa multifuncional, muitas vezes a tarde eu tentava dar uma volta com a Aria aqui no condomínio, mas quando chegávamos no térreo eramos surpreendidas por uma ventania chata, não chegava a fazer frio, mas sabe aquele vento que não é muito bom para o bebê? Pois bem, era isso, quantas vezes desistimos do passeio por conta disso. Certa vez uma mamãe aqui do prédio me indicou esse produto e eu amei, trata-se de uma capa feita de tecido em elastano que cobre o bebê conforto e tem uma abertura que você pode ficar de olho no bebê. Assim minha baby ficou protegida de ventanias em excesso num passeio e até daquele ar condicionado insano dos shoppings de Vila Vilha - ES (o que era aquilo meu Deus). Comprei no site da marca Penka paguei R$ 89,00 mais frete, foi um investimento e tanto, carrego pra onde vou e todo mundo que vê fica encantado, vale super a pena.
Puket - Apesar de o bebê não ter entrado na água, eu fui prepara para a praia, comprei maiô e um conjunto de calcinha e chapéu de praia, mais um pijama lindo e meias sapatilhas da marca Puket que é uma delicadeza quando se trata de artigos infantis, nem usei o maiô ainda, mas valew a compra, pois é uma gracinha.
Locação - não ficamos em hotel, conversamos e decidimos ficar em um apartamento com mobiliá e utensílios, seria mais confortável para os três adultos e super funcional para cuidar do bebê, cozinha completa, maquina de lavar roupas e tudo que precisávamos, foi a melhor escolha. A localização era excelente, tínhamos restaurantes ao redor do prédio, mercados e shoppings no entorno, foi delicioso, acho importante pesquisarem bem a localização do hotel ou AP em qualquer viagem, agora com criança então, lá farmácias não faltavam, cada esquina tinha uma rs.
Para finalizar digo-lhes: se vais viajar com seu baby pela primeira vez prepare-se para tudo, converse com a médica, tenha uma médica que responda whatsapp se necessário (a minha é péssima), leve tudo de que o bebê precisa e certifique-se de estar bem localizado com mercados e farmácias por perto, caso deixe para comprar algo lá no destino. Não subestime a criança, respeite os limites do bebê e o seu, assim como você se cansa ele também, todos merecem descanso. Não exagere nos horários dos passeios, não adianta, bebês dormem cedo e a gente tem que respeitar isso, mesmo que uma noite ou outra o jantar foi mais tarde, se o bebê ficou chatinho, não se estresse, afinal ele é só um bebê.
Não vou dizer que foi fácil, graças a Deus tivemos ajuda, foi uma experiência fantástica e enriquecedora, agora a próxima serão apenas entre os papais e a filhinha, ainda vai demorar, mesmo assim os desejem sorte desde já.
Deixa aí teu comentário com dúvidas ou relatos de uma viagem co bebê, uma dica boa também vale.
BjoooOOO
Diário de uma Mãe - 3º Mês do bebê
Postado por
Kaliane Sampaio
às
22:56
Três meses de muita fofura lá em casa, quem me acompanha no instagram sabe que adoro postar foto da minha bebê, mas não pense que não é pra se aparecer, pelo contrário, é pra aparecer mesmo hauhauhau.
Tenho muito prazer em mostrar aos amigos e seguidores que tenho uma fofura em casa e que amo de paixão, agora te falo uma coisa, ter essa belezinha aí das fotos não é tarefa fácil, vem comigo que te conto detalhes.
Pois bem, três meses com bebê em casa, acho que a pior parte da adaptação ao bebê é a questão do sono, não o sono do bebê, o sono dos pais, ou a falta de sono no caso, a gente vive uma maratona de dorme e acorda, a gente pensa que começou a dormir gostoso e um bebê começa a chorar, ahhh sim, hora da mamada, mas a vida te dá meios e mostra o caminho a seguir, no terceiro mês, meu amigo, já estou plena, não durmo mais pelas tabelas, não pareço uma zumbi, embora as olheiras me acompanhem eu já posso dizer, a falta de sono já não é tão aterrorizante, acho que já posso riscar esse item da minha lista.
O decimo quinto dia do bebê é um dia muito importante, o dia em que o destino vai dizer a você se és sortudo ou não, pois bem, o destino não sorriu pra mim, apenas me entregou um fardo que carrego até aqui, cólicas do bebê, sim Aria teve (tem) dores terríveis denominadas cólicas do bebê, eu busquei as mais diversas formas paliativas e algumas deram uma acalmada, outras eram como água, assim também o dinheiro jorrava das carteiras lá em casa, mas eu tenho fé em meu Deus, entrego todos os meus problemas nas mãos dele e creio que ele vai me ajudar (apelo de uma mãe), creio também que as cólicas vão findar (já findaram) agora aos três meses, Aria estava à uns bons dias sem cólicas, na ultima semana do segundo mês voltaram para nossa tristeza, mas eu tenho fé, isso vai mudar, já já vai acabar (eu creio), pois não há nada pior no mundo que ver seu bebê pequeno e indefeso com dores que você não consegue fazer parar.
Agora uma coisa é certa, no terceiro mês você se sente mais mãe/pai que nunca, na verdade cada cravada de mesversário a gente se sente mais pais um pouco, uffa passamos essa fase, é bem como dizem, o primeiro ano fica marcado com caneta fosforescente na história.
Aprendi diversas coisas nesses três meses de Aria em minha vida, aprendi que ela gosta de ficar sentada, depois deitada e pouco no colo, não gosta de muito barulho, mas se não dormir com a TV ligada em som médio corro o risco de assustá-la facilmente se o som se elevar em algum instante, eu aprendi que ela é extremamente alegre, sorri com facilidade e adora conversar, pois bem, já comecei meu curso intensivo de bebêleis, a gente troca muita ideia durante o dia e ela já começou a conversar com outras pessoas também, as vezes ela até conversa com a Beat Belle seu brinquedo predileto.
Nesses três meses aprendi o que um bebê de quase 5 kg pode fazer com seu braço e punho, estou com dores terríveis no braço esquerdo e o pulso direito envolto num acessório não muito fashion rs, mas faz parte, isso porque estamos falando de um bebê que não gosta muito de colo, mesmo assim faz um estrago.
Eu aprendi a amar tudo que ela faz, do cocô ao sorriso, pode parecer besteira, mas quem é mãe vai me entender, a gente pode até se estressar, acordar de mal humor, mas assim que o bebê te olha, reconhece que é a mamãe e te manda um sorrisão, não há noite mal dormida que endureça o coração, parece uma borracha, o sofrimento já não existe mais, a gente se desmancha e por vezes a lagrima acumula no canto do olho, mas a gente é forte e devolve um sorriso feliz e um cheiro bem cheirado, aquele abraço que só a mamãe sabe dar.
Também aprendi a ter medo, medo de tudo que é mal, medo do mínimo que as vezes pode nem chegar ao máximo, mas é um medo que vem sem precedentes, medo de tudo, medo da perda, medo da dor, não a minha dor a dor dela, a dor que ela pode sentir por lgo, sei lá, é um sentimento estranho, mas a verdade é que tenho medo por tudo, medo da falta de algo, algo que nem faltou e provavelmente não vai faltar, mas dá um medo, coisa estranha.
Todo mundo sabe que a gravidez dá um sentimentalismo só à mulher, mas a mãe também vira uma mulher ainda mais sensível que antes, não aguento ver o comercial dos médicos sem fronteiras desde sempre, mas agora, não suporto nem pensar nele, olhar algo como miséria ou qualquer outra situação conflitante é terrível, chega a me dar arrepio e uma melancolia sem fim, é estranho, mas agora é assim.
Bom, desde o primeiro mês da Aria que eu e Fofão (marido) saímos juntos, sozinhos, pra fazer algo, normalmente é jantar e cinema, amamos um cineminha, então a gente sempre combina com a minha mãe (santa mãezinha) pra ela ficar com a nossa goiabinha e vamos a uma noite à dois, mas confesso, o coração aperta de deixar ela de lado pra fazer algo por mim, para minha diversão, sem ela, aiii, é triste rsrsrsrs, nós dois nos sentimos assim kkkk engraçado, mas agora entendo como minha mãe se sentia quando fazia algo ou faz até hoje sem a presença de todos os filhos.
Por fim, eu posso dizer, cada mês, cada semana, cada dia, cada minuto me sinto mais mãe, agradeço a Deus por me conceder essa dádiva, por me dar a filha mais linda (mãe coruja), por meu marido companheiro e paciente (mulher estressada não é fácil), por me dar uma mãe presente (vó coruja), por me dar a família perfeita, a gente tem nossos deslises e defeitos, mas é tudo na medida certa, aliás, a gente mais acerta que erra e isso sim é uma dádiva.
Obrigada Deus !!!!
Tenho muito prazer em mostrar aos amigos e seguidores que tenho uma fofura em casa e que amo de paixão, agora te falo uma coisa, ter essa belezinha aí das fotos não é tarefa fácil, vem comigo que te conto detalhes.
Pois bem, três meses com bebê em casa, acho que a pior parte da adaptação ao bebê é a questão do sono, não o sono do bebê, o sono dos pais, ou a falta de sono no caso, a gente vive uma maratona de dorme e acorda, a gente pensa que começou a dormir gostoso e um bebê começa a chorar, ahhh sim, hora da mamada, mas a vida te dá meios e mostra o caminho a seguir, no terceiro mês, meu amigo, já estou plena, não durmo mais pelas tabelas, não pareço uma zumbi, embora as olheiras me acompanhem eu já posso dizer, a falta de sono já não é tão aterrorizante, acho que já posso riscar esse item da minha lista.
O decimo quinto dia do bebê é um dia muito importante, o dia em que o destino vai dizer a você se és sortudo ou não, pois bem, o destino não sorriu pra mim, apenas me entregou um fardo que carrego até aqui, cólicas do bebê, sim Aria teve (tem) dores terríveis denominadas cólicas do bebê, eu busquei as mais diversas formas paliativas e algumas deram uma acalmada, outras eram como água, assim também o dinheiro jorrava das carteiras lá em casa, mas eu tenho fé em meu Deus, entrego todos os meus problemas nas mãos dele e creio que ele vai me ajudar (apelo de uma mãe), creio também que as cólicas vão findar (já findaram) agora aos três meses, Aria estava à uns bons dias sem cólicas, na ultima semana do segundo mês voltaram para nossa tristeza, mas eu tenho fé, isso vai mudar, já já vai acabar (eu creio), pois não há nada pior no mundo que ver seu bebê pequeno e indefeso com dores que você não consegue fazer parar.
Agora uma coisa é certa, no terceiro mês você se sente mais mãe/pai que nunca, na verdade cada cravada de mesversário a gente se sente mais pais um pouco, uffa passamos essa fase, é bem como dizem, o primeiro ano fica marcado com caneta fosforescente na história.
Aprendi diversas coisas nesses três meses de Aria em minha vida, aprendi que ela gosta de ficar sentada, depois deitada e pouco no colo, não gosta de muito barulho, mas se não dormir com a TV ligada em som médio corro o risco de assustá-la facilmente se o som se elevar em algum instante, eu aprendi que ela é extremamente alegre, sorri com facilidade e adora conversar, pois bem, já comecei meu curso intensivo de bebêleis, a gente troca muita ideia durante o dia e ela já começou a conversar com outras pessoas também, as vezes ela até conversa com a Beat Belle seu brinquedo predileto.
Nesses três meses aprendi o que um bebê de quase 5 kg pode fazer com seu braço e punho, estou com dores terríveis no braço esquerdo e o pulso direito envolto num acessório não muito fashion rs, mas faz parte, isso porque estamos falando de um bebê que não gosta muito de colo, mesmo assim faz um estrago.
Eu aprendi a amar tudo que ela faz, do cocô ao sorriso, pode parecer besteira, mas quem é mãe vai me entender, a gente pode até se estressar, acordar de mal humor, mas assim que o bebê te olha, reconhece que é a mamãe e te manda um sorrisão, não há noite mal dormida que endureça o coração, parece uma borracha, o sofrimento já não existe mais, a gente se desmancha e por vezes a lagrima acumula no canto do olho, mas a gente é forte e devolve um sorriso feliz e um cheiro bem cheirado, aquele abraço que só a mamãe sabe dar.
Também aprendi a ter medo, medo de tudo que é mal, medo do mínimo que as vezes pode nem chegar ao máximo, mas é um medo que vem sem precedentes, medo de tudo, medo da perda, medo da dor, não a minha dor a dor dela, a dor que ela pode sentir por lgo, sei lá, é um sentimento estranho, mas a verdade é que tenho medo por tudo, medo da falta de algo, algo que nem faltou e provavelmente não vai faltar, mas dá um medo, coisa estranha.
Todo mundo sabe que a gravidez dá um sentimentalismo só à mulher, mas a mãe também vira uma mulher ainda mais sensível que antes, não aguento ver o comercial dos médicos sem fronteiras desde sempre, mas agora, não suporto nem pensar nele, olhar algo como miséria ou qualquer outra situação conflitante é terrível, chega a me dar arrepio e uma melancolia sem fim, é estranho, mas agora é assim.
Bom, desde o primeiro mês da Aria que eu e Fofão (marido) saímos juntos, sozinhos, pra fazer algo, normalmente é jantar e cinema, amamos um cineminha, então a gente sempre combina com a minha mãe (santa mãezinha) pra ela ficar com a nossa goiabinha e vamos a uma noite à dois, mas confesso, o coração aperta de deixar ela de lado pra fazer algo por mim, para minha diversão, sem ela, aiii, é triste rsrsrsrs, nós dois nos sentimos assim kkkk engraçado, mas agora entendo como minha mãe se sentia quando fazia algo ou faz até hoje sem a presença de todos os filhos.
Por fim, eu posso dizer, cada mês, cada semana, cada dia, cada minuto me sinto mais mãe, agradeço a Deus por me conceder essa dádiva, por me dar a filha mais linda (mãe coruja), por meu marido companheiro e paciente (mulher estressada não é fácil), por me dar uma mãe presente (vó coruja), por me dar a família perfeita, a gente tem nossos deslises e defeitos, mas é tudo na medida certa, aliás, a gente mais acerta que erra e isso sim é uma dádiva.
Obrigada Deus !!!!
Diário de uma Mãe - Quando vou voltar a ser eu?
Postado por
Kaliane Sampaio
às
21:14
Olha eu aqui com mais uma dessas postagens meio desabafo, pois é gente, nem tudo são flores, algumas coisas tem que ter paciência e encarar com cara séria e não mostrar que chorou na noite anterior ou no banheiro.
Dramática né? Ahhhhh essa sou eu, bom na verdade sou eu tentando ser eu mesma, pois eu sinto que sou eu, mas quando olho meu reflexo no espelho não me vejo.
Conseguem entender?
Um dos fatores que tem me grilado é a volta do corpo, volta assim, ao menos a perca de peso, daquele peso exagerado que ganhei durante a gestação, Deus que me perdoe, mas que Diabos foi o que eu fiz pra merecer ganhar 23 quilos, estava desesperada é? Sem era nem bera? Eu sei lá, só sei que os quilos foram aumentando a cada dia, cada semana, cada mês e logo eu estava com 23 kg a mais, já era Kaly Magricela, acho que vou ter que mudar o nome do blog.
Pois bem, foram 39 semanas e 3 dias, nada mais, nada menos, apos quase três meses de bebê novinho em casa eu só perdi 11 kg, sim é isso mesmo que você leu, perda de peso da ex-gestante aqui apenas 11 kg.
Alguém aí me dá um apoio por favor...
Vocês sabem bem que não amamentei 100% desde o nascimento Aria já tomou formula e tem todo aquele drama da perninha que não vou repetir, só digo uma coisa para as gestantes que lerem isso aqui: não caiam nessa de amamentar perde peso, isso é verdade, mas minha amiga, o futuro a Deus pertence, eu queria muito ter amamentado, mas o destino me reservou outras coisas, então, não se iludam e se possível, não engordem tanto quanto eu.
A pergunta do titulo da postagem é verdadeira, eu quero saber quando voltarei a ser eu mesma, com o mesmo peso ou um pouco mais, mas que ao menos caiba em alguma roupa minha, meu guarda roupa está obsoleto, não por opção, mas por falta de opção mesmo, posso até dizer que as camisetas ainda servem, uma calça jeans ou outra, mas o resto, ahhh nem posso chegar perto, não passam dos joelhos pra cima.
Dura essa vida pós-parto, a gente pensa que vai ser moleza, o estresse te pega, o sono não te deixa e você logo pensa que isso poderia te fazer emagrecer em um passe de mágica, mas na vida pós-parto não amiga, isso te faz é engordar, te leva para a cozinha, faz você abrir armários, geladeira e até latas de leite condensado sem nenhuma utilidade no armário de baixo, logo você terá acabado com a mesma em colheradas e estará se perguntando: porque eu fiz isso?
Pode me perguntar: amiga, como chegou aí, como se deixou levar?
Eu lhe respondo: não sei, não tenho a menor ideia, só sei que estou assim.
É provável que você tenha percebido algo errado, afinal meu instagram só tem uma bebê fofinha como protagonista e dois looks pós-parto, claro, nada me serve já disse isso, outro detalhe, não saio muito, até fiz compras outro dia, calças pantalonas e vestidos, mas nem tenho montado grandes produções, a roupa parece lindíssima na vitrine, mas quando coloco no corpo, tenha dó, ficam péssimas, volumes demais em lugares que não consigo disfarçar, talvez por falta de prática, ahh sei lá, só sei que parecem bem diferentes do que imagino e isso me mata.
Já perceberam que estou meio perturbada hoje né? Pois é, assim que é bom, fica mais real hauhauhau a postagem.
Todo mundo diz que ainda é cedo, que para voltar ao corpo antigo leva o primeiro ao todinho, mas aí você vê o instagram de umas famosas, já fica pilhada, mas sabe que com privilégios é mais fácil, tenta se acalmar, olha um perfil de uma mãe atleta e se sente esquisita, olha o perfil de uma amiga sem filhos começa a lacrimejar e pra desmoronar meu bem é só ver o perfil da Adriane Santana.
Neste exato momento estou pesquisando procedimentos estéticos que possam me ajudar, parece bobagem quando a gente não precisa, mas quando precisamos filha, parecem milagres, alguém aí já ouviu falar em lipo laser?
Dramática né? Ahhhhh essa sou eu, bom na verdade sou eu tentando ser eu mesma, pois eu sinto que sou eu, mas quando olho meu reflexo no espelho não me vejo.
Conseguem entender?
Um dos fatores que tem me grilado é a volta do corpo, volta assim, ao menos a perca de peso, daquele peso exagerado que ganhei durante a gestação, Deus que me perdoe, mas que Diabos foi o que eu fiz pra merecer ganhar 23 quilos, estava desesperada é? Sem era nem bera? Eu sei lá, só sei que os quilos foram aumentando a cada dia, cada semana, cada mês e logo eu estava com 23 kg a mais, já era Kaly Magricela, acho que vou ter que mudar o nome do blog.
Pois bem, foram 39 semanas e 3 dias, nada mais, nada menos, apos quase três meses de bebê novinho em casa eu só perdi 11 kg, sim é isso mesmo que você leu, perda de peso da ex-gestante aqui apenas 11 kg.
Alguém aí me dá um apoio por favor...
Vocês sabem bem que não amamentei 100% desde o nascimento Aria já tomou formula e tem todo aquele drama da perninha que não vou repetir, só digo uma coisa para as gestantes que lerem isso aqui: não caiam nessa de amamentar perde peso, isso é verdade, mas minha amiga, o futuro a Deus pertence, eu queria muito ter amamentado, mas o destino me reservou outras coisas, então, não se iludam e se possível, não engordem tanto quanto eu.
A pergunta do titulo da postagem é verdadeira, eu quero saber quando voltarei a ser eu mesma, com o mesmo peso ou um pouco mais, mas que ao menos caiba em alguma roupa minha, meu guarda roupa está obsoleto, não por opção, mas por falta de opção mesmo, posso até dizer que as camisetas ainda servem, uma calça jeans ou outra, mas o resto, ahhh nem posso chegar perto, não passam dos joelhos pra cima.
Dura essa vida pós-parto, a gente pensa que vai ser moleza, o estresse te pega, o sono não te deixa e você logo pensa que isso poderia te fazer emagrecer em um passe de mágica, mas na vida pós-parto não amiga, isso te faz é engordar, te leva para a cozinha, faz você abrir armários, geladeira e até latas de leite condensado sem nenhuma utilidade no armário de baixo, logo você terá acabado com a mesma em colheradas e estará se perguntando: porque eu fiz isso?
PS - Se não passou por isso não julgue, cada um tem seu momento de fraqueza.
Pode me perguntar: amiga, como chegou aí, como se deixou levar?
Eu lhe respondo: não sei, não tenho a menor ideia, só sei que estou assim.
É provável que você tenha percebido algo errado, afinal meu instagram só tem uma bebê fofinha como protagonista e dois looks pós-parto, claro, nada me serve já disse isso, outro detalhe, não saio muito, até fiz compras outro dia, calças pantalonas e vestidos, mas nem tenho montado grandes produções, a roupa parece lindíssima na vitrine, mas quando coloco no corpo, tenha dó, ficam péssimas, volumes demais em lugares que não consigo disfarçar, talvez por falta de prática, ahh sei lá, só sei que parecem bem diferentes do que imagino e isso me mata.
Já perceberam que estou meio perturbada hoje né? Pois é, assim que é bom, fica mais real hauhauhau a postagem.
Todo mundo diz que ainda é cedo, que para voltar ao corpo antigo leva o primeiro ao todinho, mas aí você vê o instagram de umas famosas, já fica pilhada, mas sabe que com privilégios é mais fácil, tenta se acalmar, olha um perfil de uma mãe atleta e se sente esquisita, olha o perfil de uma amiga sem filhos começa a lacrimejar e pra desmoronar meu bem é só ver o perfil da Adriane Santana.
Neste exato momento estou pesquisando procedimentos estéticos que possam me ajudar, parece bobagem quando a gente não precisa, mas quando precisamos filha, parecem milagres, alguém aí já ouviu falar em lipo laser?
Diário de uma Mãe - 2º Mês do bebê
Postado por
Kaliane Sampaio
às
08:00
Olá pessoal, olha eu aqui outra vez, tem gente que vai achar um absurdo, outros vão até aplaudir, pois é, com muito custo estou aqui para detalhar o segundo mês completo da minha bebê linda Aria que só fez trazer alegria para meu lar e toda minha família.
Vamos ao assunto então;
Após passar pelo primeiro mês cheio de surpresas (não que agora não tenha), coisas que nunca havíamos visto de perto ou que nunca tínhamos visto mesmo, acho que estamos andando na velocidade média, saímos da inércia que antes nos consumia e chegamos a um nível básico, porém bem mais esclarecidos.
Já não choramos mais (eu né) pelas noites mal dormidas, embora não tenhamos controle sobre nosso sono de cada dia, mas ainda assim não choramingamos por isso, já entendemos a rotina de um bebê e o que ele quer de nós. Claro que alguns chorinhos ainda são uma incógnita, mas para isso temos uma mãezinha experiente a nossa disposição (minha mãe hauhauhau).
As cólicas do bebê ainda são um fardo, passados o primeiro, segundo e agora que entramos para completar o terceiro estamos contando os dias, queremos muito cravar o terceiro mês e com fé em Deus dar adeus a essa maldita dor que assola nossa pequenina.
Ahhh novidade, completados os dois meses de vida, como todas as mamães sabem tem as terríveis vacinas que podem dar reação no bebê, dores, febre e tudo mais, por indicação de uma amiga do maridom optamos por vacinar a nossa pequena em uma clinica particular, segundo a enfermeira que nos atendeu o percentual de não haver reação no bebê que recebe a vacina numa clinica particular é maior do que o que recebe as vacinas na rede pública, então foi o que fizemos, vacinamos a Aria e ela chorou na hora horrores tadinha, afinal a dor da picada é a mesma, horas depois ela ainda sentia dor local, falamos com a pediatra que nos receitou um remédinho para alivio e disse que no dia seguinte não estaria mais dessa forma, dito e feito, Aria ficou bem no dia seguinte, na verdade na mesma noite ela já não sentia mais nada, tivemos cuidado, mas ela ficou ótima, não houve reação à vacina e eu estou dando pulinhos de alegria, então quem optar por vacinar seu bebê numa clinica particular eu lhes digo, vale mega a pena, porém lembre-se, cada organismo é um organismo, sem garantias pessoal.
No dia 31 de dezembro demos adeus a 2017, logo também batemos parabéns pelos 2 meses de vida da nossa princesa, correria só, mas fizemos e deu tudo certo, bolinho singelo de gatinho que por sua vez estava maravilhoso, cantamos, nos alegramos e nos deliciamos, talvez não nessa ordem, mas esperem, não foram apenas flores, lembrem-se réveillon, dia de soltar fogos, bombinhas, biribas e tudo mais que explodi, pois bem, Aria não estava nada feliz com isso, assustou muito com toda a barulheira que nem era da casa onde comemoramos, mas enfim, vizinhança é vizinhança, tivemos muito choro e um longo soninho com muita proteção nos ouvidos, a carinha dela na foto do bolo da bem para perceber que ela não está nada bem, mas deu tudo certo.
Apesar de muita felicidade e um raio de luz quanto a cuidar de um bebê pela primeira vez, eu meio que estou em um dilema fashion que me encuca todo santo dia, minhas roupas não me servem e ainda me recuso a comprar roupas muito grandes, mas as medidas insistem em se manter como estão. A tempos não perco peso, mas todo mundo diz que é cedo, eu sei, mas isso me intriga, assunto pra outra postagem, só registrando aqui pra vocês saberem.
Mudando da água para o vinho, pensem numa mãe que não aguenta ver look ou sapatos em cada loja que passa, pois bem, se eu não tinha controle antes sobre a minha vida fashion, garota você não me conheceria agora, pois te digo, também não tenho controle sobre a vida fashion da minha bebê, dito isto, acho que teremos que aplicar abstinência de compras na Aria também.
Acho que é só, vida que segue, terceiro mês vem aí e conto à vocês qualquer novidade, compartilhem também comigo, quero dicas.
BjooOOO
Diário de uma Mãe – 1º Mês do bebê
Postado por
Kaliane Sampaio
às
16:02
Acho mais que compreensível postar isso praticamente um mês
depois da ultima postagem, ou até mais né minha gente, eu contei basicamente
sobre o parto enfatizando a felicidade de termos aqui em casa, agora conosco um
bebê saudável e um lar ainda mais feliz.
Sou grata a Deus em primeiro lugar pela vida da minha
filhinha, Aria vem se mostrando como uma caixinha de surpresas a cada dia é
surpreendente como a mudança nos afeta da ponta do pé ao ultimo fio de cabelo,
estamos extremamente felizes e completos agora.
Agora vamos à postagem, que pelo titulo enfatiza o primeiro
mês do bebê e digo a vocês meninas e
meninos, não é nada fácil, ou pelo menos para nós aqui de casa tem sido
bastante cansativo apesar de gratificante, mas o cansaço vence hauhauhau.
Aria, nasceu como falamos na postagem anterior com mais
detalhes com uma certa particularidade, um probleminha na formação da perninha
devido a posição uterina, algo reversível, consultamos ortopedistas e pediatras
na primeira semana, foi tenso, um bebê de dias saindo dia sim e não para
consultas em diversos lugares, mas era necessário, então fomos a todos os
consultórios que marcamos.
Por sermos pais de primeira viagem, precisávamos de muita
atenção dos especialistas e diagnósticos precisos, consultamos mais de um
médico por especialidade (Pediatria e Ortopedia), para ser mais precisa três de
um e dois do outro, logo encontramos as respostas que precisávamos e graças a
nosso bom Deus nossa filha estava bem, foi apenas um susto.
Seguimos então para próximo passo, ou o passo que deveria
ser o primeiro, amamentação, infelizmente pelo não contato imediato pós-parto,
Aria não mamou no peito de cara, consumiu fórmula na maternidade e em casa
apavorada sem nenhuma noção de amamentação e muito tensa por conta da perninha
imóvel eu optei por oferecer uma fórmula, não podia deixar meu bebê com fome.
Nas primeiras semanas ela só pegava um dos seios, o outro
era uma luta, ela não pegava de jeito nenhum, fui ao banco de lei de Guarulhos
e peguei dicas e instruções, recebi um rápido treinamento e olha que milagre,
Aria pega os dois seios, não cortei a fórmula, faço uma alimentação
intercalada, confesso que ela pega bem pouco o peito, mas esse pouco já é um
tudo pra quem estava desesperançada.
Agora o assunto mais triste, cólicas do bebê, a pediatra
alertou que a partir do décimo quinto dia as cólicas poderiam ser parte da
rotina, tem criança que tem e outras não, quem dera fizéssemos parte do
percentual que não tem essa maldita alteração intestinal que atinge o bebê da
pior forma possível, pois bem, chegando o décimo quinto dia Aria gritou de dor.
Corremos atrás de paliativos, poucos resultados positivos, muita coisa é só na
nossa cabeça, remédios caros e sem nenhum resultado, apenas um deles nos ajudou
realmente, por meros instantes, somos gratos ao Colic Calm (produto importado), mas falo mais desse assunto numa
postagem especifica né(?).
Essa é uma fase que tira o sono do bebê, deixa ele
estressado e da muita dor no coração dos pais, mas a dor vem e o sono vai
embora junto com o do bebê, olheiras tomam conta do nosso semblante e na testa
há uma palavra escrita “CANSAÇO”, mas quero dizer muito cansaço mesmo tá,
nenhum alerta no mundo pode te dar a sensação real, só passando para ver.
Para alegrar a postagem, tivemos nosso primeiro mesversário,
foi lindo, foi como eu imaginava só o bolo já era uma obra de arte completa,
nós e nossa bebê merecíamos.
Que venham os próximos meses, em especial o terceiro, pois
eu não vejo a hora dessa maldita cólica ir embora.
Esse foi um post resumido do nosso primeiro mês, em breve
tem mais e quem sabe um volume maior, se Aria der uma trégua,
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
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